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Poemas de Amor

Poemas de Amor

Desde sempre que as «cantigas de amigo» e a poesia fazem parte da tradição portuguesa. Aqui lhe deixamos alguns poemas para que deles tire a inspiração necessária, para dizer exactamente o que sente ao seu amor!

Poemas para os namorados apaixonados partilharem o que sentem!


  • Olhos Negros

    Por teus olhos negros, negros, Trago eu negro o coração, De tanto pedir-lhe amores... E eles a dizer que não. E mais não quero outros olhos, Negros, negros como são; Que os azuis dão muita esp'rança Mas fiar-me eu neles, não. Só negros,

  • Amar!

    Eu quero amar, amar perdidamente! Amar só por amar: aqui... além... Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente... Amar! Amar! E não amar ninguém! Recordar? Esquecer? Indiferente!... Prender ou desprender? É mal? É bem? Quem disser que se pode

  • Senhora Partem Tam Tristres

    Senhora, partem tam tristes meus olhos por vós, meu bem, que nunca tam tristes vistes outros nenhuns por ninguém. Tam tristes, tam saudosos, tam doentes da partida, tam cansados, tam chorosos, da morte mais desejosos cem mil vezes que da vida.

  • Olha Marília, As Flautas Dos Pastores

    Olha, Marília, as flautas dos pastores Que bem que soam, como estão cadentes! Olha o Tejo a sorrir-se! Olha, não sentes Os Zéfiros brincar por entre flores? Vê como ali beijando-se os Amores Incitam nossos ósculos ardentes! Ei-las de planta em

  • O Amor É Uma Companhia

    O amor é uma companhia. Já não sei andar só pelos caminhos, Porque já não posso andar só. Um pensamento visível faz-me andar mais depressa E ver menos, e ao mesmo tempo gostar bem de ir vendo tudo. Mesmo a ausência dela é uma coisa

  • Amar

    Que pode uma criatura senão, entre criaturas, amar? amar e esquecer, amar e malamar, amar, desamar, amar? sempre, e até de olhos vidrados amar? Que pode, pergunto, o ser amoroso, sozinho, em rotação universal, senão rodar também, e amar? amar

  • Memória

    Em meus momentos escuros Em que em mim não há ninguém, E tudo é névoas e muros Quanto a vida dá ou tem, Se, um instante, erguendo a fronte De onde em mim sou aterrado, Vejo o longínquo horizonte Cheio de sol posto ou nado Revivo, existo,

  • Este Inferno De Amar

     Este inferno de amar - como eu amo!  Quem mo pôs aqui n'alma...quem foi? Esta chama que atenta e consome,  Que é a vida - e que a vida destrói - Como é que se veio a atear, Quando - ai quando se há - de ela apagar? Eu não sei, não

  • O Amor, Quando Se Revela

    O amor, quando se revela, Não se sabe revelar. Sabe bem olhar p'ra ela, Mas não lhe sabe falar. Quem quer dizer o que sente  Não sabe o que há de dizer.  Fala: parece que mente  Cala: parece esquecer Ah, mas se ela

  • Delírio

    Nua, mas para o amor não cabe o pejo Na minha a sua boca eu comprimia. E, em frêmitos carnais, ela dizia  - Mais abaixo, meu bem, quero o teu beijo! Na inconsciência bruta do meu desejo Fremente, a minha boca obedecia, E os seus seios, tão

  • Hino ao Amor

    De olhar fixo no pensamento, viajei ao imaginário Perdi-me no tempo, nas memórias… Percorri e atravessei a trilha das almas Ouvi sons de passos que não dei… Despertei com o estalar do fogo, fogo que só tu sabes atear O calor que me invade o corpo,

  • Soneto da Fidelidade

    De tudo, ao meu amor serei atento Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento. Quero vivê-lo em cada vão momento E em louvor hei de espalhar meu canto E rir meu riso e derramar

  • Aceitarás o Amor como eu o encaro?

    Aceitarás o amor como eu o encaro ?... ...Azul bem leve, um nimbo, suavemente Guarda-te a imagem, como um anteparo Contra estes móveis de banal presente. Tudo o que há de melhor e de mais raro Vive em teu corpo nu de adolescente, A

  • As sem-razões do amor

    Eu te amo porque te amo, Não precisas ser amante, e nem sempre sabes sê-lo. Eu te amo porque te amo. Amor é estado de graça e com amor não se paga. Amor é dado de graça, é semeado no vento, na cachoeira, no eclipse. Amor foge a

  • Todos os poemas são de amor

    Se o poeta falar num gato, numa flor, num vento que anda por descampados e desvios e nunca chegou à cidade… se falar numa esquina mal e mal iluminada… numa antiga sacada… num jogo de dominó… se falar naqueles obedientes soldadinhos de


 
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